2000 – Primeiras Experiências com internet Por

Este post é o segundo de uma pequena série do meu aniversário de dez anos de internet que decidi dividir em algumas partes, com reflexões específicas para cada assunto.

Em 2000, o ano em que os Jetsons previram que veículos particulares estariam voando, comecei a utilizar a internet para fins escolares já que enciclopédias distribuidas em CD’s, como Encarta da Microsoft, já estavam desatualizadas neste mesmo ano.

Como estudante fazia apenas pesquisas, uma vez que a conexão discada não permitia muito mais que isso, utilizava um buscador bastante simpático e avançado para época chamado Radix, hoje extinto, talvez pela eficiência do Google.

Lembro também das febre dos discadores, onde todas as empresas do setor desejavam tê-lo como cliente para oferecer os serviços de conexão com a internet e obrigatóriamente usar o seu discador. Para aderir e fideliza-lo as ofertas eram das mais diversas, que iam desde email com mais espaço até a promessa de aumento de velocidade, e nos primeiros anos qualquer kbyte extra fazia muita diferença. Mas o real motivo, acredito eu, era apenas um criar uma grande público consumidor de mídia que poderia ser criada nesta atmosfera, onde posteriorente veio a ser a grande onda de popups e banners espalhados pelo site do portal e seus canais. Quem se destacou nos primeiros anos foi o IG, provavelmente porque divulgava seus serviços de forma que atraia bastante o publico, com o slogam “IG, a internet grátis”, mas isto é assunto para outro artigo.

Falando em IG, lembro do meu primeiro e-mail, não sei se isto era comum mas este email teve o nome de usuário mais dificil que já criei até hoje.

Depois de um ano fazendo pesquisas escolares, conheci o Kazza, a primeira loja virtual, e neste momento a internet começou a fazer parte do meu dia-a-dia, utilizando 30 minutos por dia, pois, ainda sim conexão discada era muito caro.

Nos próximos posts organizarei a história através de assuntos mais específicos passando desde conexão, propaganda na internet, a internet como vicio e depois com olhares de um web designer.

Deixe seu comentário